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Mercado de segunda mão está em alta


O Brasil é um dos maiores consumidores de moda no mundo, inclusive de moda de luxo. Mas é, também, notório que um segmento desse mercado – que é tão amplo - vem se destacando no país: o de consumo de roupas de segunda mão.

O aumento deste setor vem chamando a atenção do franchising. E, quando falamos de mercado de segunda mão, não pense, somente, nos ‘populares’ brechós, que têm ganhado fama nos últimos anos. Esses negócios são só uma das fatias desse mercado.

E por que consumidores têm passado a buscar por mais roupas de segunda mão em vez de artigos novos em folha? Pode até parecer que não faz muito sentido, mas, um dos pontos que tem sido o mais importante neste quesito é a sustentabilidade.

Mas, é claro, não podemos nos ater da economia. As pessoas vêm adquirindo esse hábito de comercialização de roupas e acessórios infantis de segunda mão pensando no bolso.

Segundo a ThredUP, uma das principais plataformas de revenda de roupas nos Estados Unidos, os valores movimentados nesse segmento dobraram desde 2019 e a projeção é que tripliquem até 2025. Além disso, 51% dos consumidores são mais contrários ao lixo ecológico e 60% são mais contrários ao desperdício de dinheiro do que eram antes da pandemia de Covid-19, fazendo com que esses consumidores busquem mais os brechós.

Se antes o bacana era a velocidade e acessibilidade trazida pela moda fast-fashion, agora o cool é unir estilo com responsabilidade socioambiental. E os números mostram isso, pois a projeção é que o mercado de usados represente U$77 bilhões em 2025, mais do que dobrando em valor quando comparado aos U$36 bilhões de 2021.


A moda sustentável vem em constante crescimento no mundo e, com isso, os brechós físicos passaram a investir nas redes sociais para suprir a necessidade dos clientes enquanto as lojas estavam fechadas.

Assim, é substancial o crescimento constante pela busca de produtos de segunda mão. Constata-se que cerca de 70% das unidades físicas já estão faturando igual - ou acima do normal - se comparado ao período pré-Covid-19.

Segundo pesquisa do GlobalData Market Sizing and Growth Estimates, nos próximos 10 anos o mercado de segunda mão tende a crescer mais do que qualquer outro setor. E isso é bastante atrativo tanto para investidores que desejam uma franquia no segmento, quanto para o consumidor final, pois a maioria dos produtos à venda são 80% mais baratos que nas lojas convencionais.

Importante destacar a relevância do investimento em tecnologia, pois foi ele quem alavancou as vendas durante o período de pandemia. Muitas lojas, atualmente, elevaram a sua participação na internet e, agora, é possível vender através do WhatsApp e de outras redes sociais como o Facebook e Instagram.

Por terem ficado mais tempo em casa por conta da pandemia Covid-19, os consumidores passaram se aventurar mais pelo comércio digital. E, consequentemente, começaram a perder o medo de comprar online, abrindo caminho para o surgimento de novos e-commerces, ou re-commerces - como são chamadas as lojas virtuais de revenda e compra.


Esse segmento que antes era pequeno e se limitava a lojas de bairro, hoje já domina o universo do e-commerce e vem mostrando que ainda tem muito espaço para conquistar.

O mercado de itens usados atingiu um novo status, chegando a todas as camadas, desde os famosos bazares de igreja com peças acessíveis até as marcas de luxo com produtos superexclusivos.

SUSPIRE

A Suspire, por exemplo, vai muito além de roupas e acessórios. Ela oferece a compra e venda de roupas de forma consciente e sustentável. Ela faz com que a moda gire e seja um ciclo sem fim, completa de recomeços. Uma marca que propaga a moda circular, sustentável e acessível através de uma experiência de alto padrão.


Criada por uma apaixonada por moda, Michelle Svicero, a Suspire nasceu quando ela tinha apenas 17 anos, no ano de 2011. Michelle começou a estudar moda aos 15 anos e trocou a tradicional festa por uma máquina fotográfica e vários livros sobre o assunto. Ela usava peças de brechós, uma vez que não tinha condições financeiras para consumir em shoppings, mas, o que inicialmente era uma dificuldade, acabou se transformando em paixão e um propósito.


Michelle começou a compartilhar, através de um blog, a união de moda e fotografia com diversos looks de segunda mão garimpados por ela mesma. Em seguida, ela foi selecionada como uma das 10 finalistas para o concurso “As Mais Estilosas”, da Revista Capricho, ficando em 2o lugar com um look inteiro de brechó. A visibilidade que o desfile e a revista ofereceram acabou

aumentando os acessos ao blog, até que uma leitora comentou sobre o interesse em comprar uma de suas peças. Depois desse dia, ela percebeu

que a sua paixão poderia ser monetizada e, foi assim, que a Suspire nasceu, sendo o primeiro brechó virtual de Bauru e região.


Em 2013, com apenas 19 anos e R$ 1.500,00 para mobiliário, reforma e capital de giro, ela percebeu que precisava de mais visibilidade, Michelle levou a Suspire para um local de 40m2 e uma pequena vitrine. No entanto, foi no final do mesmo ano que ela conheceu o seu sócio na vida, no amor e nos negócios, João Augusto, empreendedor nato que toma conta da administração, inovação e expansão.


No primeiro ano da loja física, eles obtiveram um crescimento de 700% um novo local com 300 m2. Hoje em dia, o time é formado por uma equipe de 10 pessoas e pelos setores de Captação; Avaliação e negociação de peças vintage; Atendimento

personalizado; Gerenciamento e controle de estoque; Styling de moda; Fotografia de moda; Visual merchandising; Vitrinismo; Administração



A Suspire trabalha com uma moda atual e acessível. Peças incríveis que agradam ao público que deseja ter estilo sem precisar gastar muito com isso.


A Suspire possui uma consciência sustentável, proporcionando uma nova vida às peças de roupas, gerando, assim, economia de insumos e redução de lixo têxtil.


Para quem deseja vender suas peças, é a oportunidade de transformar as compras por impulso em dinheiro. Para as pessoas que querem comprar, é a união entre qualidade e economia.


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